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A Organização Não-Governamental (ONG) fluminense Davida, que trabalha com prostitutas no Rio, não abre mão de lançar a grife de moda Daspu, voltada para atender as “trabalhadoras do sexo”. Os donos da Daslu, marca de alto luxo paulista que inspirou a iniciativa inusitada no Rio, notificou a ONG extrajudicialmente, solicitando a troca do nome. Devido ao impasse, está prevista uma guerra judicial entre as partes.

Ouvida pelo jornal O Globo, a coordenadora da Davida, Gabriela Leite, garante que manterá a marca Daspu, alegando que não está “sujando o nome de ninguém”.

Ela argumenta que o nome – que reúne o prefixo “das” e a abreviatura da palavra “prostitutas” – usa elementos da língua portuguesa e, por isso, não é propriedade da Daslu. O nome Daslu segue o mesmo princípio: representa a loja fundada por Lúcia Piva de Albuquerque e Lourdes Aranha dos Santos