Piadas

Família Ilimitada VIVO e Barbixas | Episódio 1

Você tuitou as cenas, os Barbixas improvisaram. Confira as situações mais engraçadas no segundo episódio da série Família Ilimitada Vivo. [Read the rest of this entry...]

Os Barbixas – Improvável – Conto de Fadas Improvável 1 (com Marcio Ballas e Marco Gonçalves)

www.improvavel.com.br — Convidados Jogador: Marco Gonçalves MC: Marcio Ballas Jogo: Conto de Fadas Improvável Regra: A platéia sugere o nome [Read the rest of this entry...]

Os Barbixas – Improvável – Troca (Bruno Motta e Guilherme Tomé)

www.improvavel.com.br — Convidados Jogador: Guilherme Tomé MC: Bruno Motta Jogo: Troca Regra: Cada vez que for dito “troca”, o jogador [Read the rest of this entry...]

Piada de estagiario

Estagiários x Gerentes ….
Uma vez um homem viajava em um balão de ar quente quando descobriu que
estava totalmente perdido.
Visto que sua situação era desesperadora, resolveu diminuir velocidade, e a sua
altitude para ver se conseguia se localizar quando avistou um homem andando
tranqüilamente pelo campo. Então gritou para o homem:
“Olá, você pode me dizer onde estou???”
E o homem respondeu:
“Mas e claro. Você esta num balão a uns dez metros de altura do solo.”
Constrangido com a resposta, o homem retrucou de cima do balão:
“Você com certeza é estagiário, não é???”
“Sou sim, como o senhor sabe?”
“É que a informação que você me deu é tecnicamente perfeita, só que não serve para
absolutamente nada.”
“Bom logo vi… O senhor é gerente, não?”
“Sou mesmo, como você adivinhou?”
“Fácil! Fácil! É o seguinte: O senhor não sabe onde esta, nem muito menos para onde
vai. Esta perdido, ferrado e a primeira coisa que faz é botar a culpa num estagiário!!!!

Os Barbixas – Improvável – Cenas Improváveis 3 (com Fabio Rabin e Marco Luque)

www.improvavel.com.br — Convidados Jogador: Marco Luque MC: Fábio Rabin Jogo: Cenas Improváveis Regra: Antes de começar o espetáculo as pessoas [Read the rest of this entry...]

Os Barbixas – Improvável – Só Perguntas 2 (Cláudio Torres Gonzaga e Fábio Porchat)

www.improvavel.com.br — Convidados Jogador: Fábio Porchat MC: Claudio Torres Gonzaga Jogo: Só Perguntas Regra: Só é permitido conversar através de [Read the rest of this entry...]

Os Barbixas – Improvável – Frases (Marcio Ballas e Marco Luque)

www.improvavel.com.br — Convidados Jogador: Marco Luque MC: Marcio Ballas Jogo: Frases Regra: Antes de começar o espetáculo a platéia coloca [Read the rest of this entry...]

Os Barbixas – Improvável – Frases 2 (com Rafinha Bastos e Cristiane Wersom)

www.improvavel.com.br — Convidados Jogador: Cristiane Wersom MC: Rafinha Bastos Jogo: Frases Regra: Antes de começar o espetáculo a platéia coloca [Read the rest of this entry...]

Piada de merda

UM DIA DE MERDA
Aeroporto de Buenos Aires, 15:30.
Pequeno mal-estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada e um
peidinho não aliviasse. Mas, atrasado para pegar o ônibus que o levaria para o outro
aeroporto da cidade, de onde partiria o vôo para Córdoba, resolveu segurar as pontas.
Pensou: “Afinal de contas, são só uns 15 minutos de viagem. Chegando lá, tenho tempo de
sobra para dar aquela mijadinha esperta. Tranqüilo. O avião só sai às 16:30″.
Entrando no ônibus, sem sanitários, sentiu a primeira contração e tomou consciên-cia de
que sua gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que
entrasse no banheiro do outro aeroporto.
Virou para o amigo que o acompanhava e sutil, falou:
- Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um
barro. Nesse momento, sentiu um urubu beliscando sua cueca, mas botou o esfincter para
trabalhar e este segurou a onda. O ônibus nem tinha começado a andar quando para seu
desespero, uma voz em castelhano disse pelo alto-falante:
- Senhoras e senhores, nossa viagem levara em torno de 1 hora.
Ai o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo! Fez um esforço hercúleo para
segurar o trem merda que estava para chegar na estação cu a qualquer momento. Suava em
bicas. Seu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar o sarro. O
alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais indicando que pelo menos por
enquanto as coisas tinham se acomodado.
Tentava se distrair vendo a paisagem mas só conseguia pensar em um banheiro,
não com uma privada, mas com um vaso sanitário. Tão branco e tão limpo que
alguém poderia botar seu almoço nele. E o papel higiênico então: branco, macio, com
textura e perfume e… Oops! Sentiu um volume almofadado entre seu traseiro e o assento
do ônibus e percebeu, consternado, que havia cagado. Um cocô sólido e comprido
daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que da vontade de ligar p/ os
amigos e parentes e convida-los à apreciar, na privada, tão perfeita obra: Dava para expor na bienal. Mas sem dúvida, não nesse caso.
Olhou para o amigo, procurando um pouco de solidariedade, e confessou sério:
- Cara, caguei.
Quando o amigo parou de rir, uns cinco minutos mais tarde, aconselhou-o a ficar no centro
da cidade, escala que o ônibus faria no meio da viagem, e que se limpasse em algum lugar.
Mas ele resolveu que ia seguir viagem, pois agora estava tudo sob controle.
- Foda – se, me limpo no aeroporto; pior que isso não fico”.
Mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte. Ele arregalou os olhos,
segurou-se na cadeira mas não pode evitar e sem muita cerimônia ou
anunciação, veio a segunda leva de merda. Desta vez como uma pasta morna.
Foi merda para todo que é lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cuecas, barra
da camisa, pernas, panturrilhas, calças, meias e sapatos. E mais uma cólica anunciando
mais merda, agora líquida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo a liberdade. E
depois um peido tipo bufa, que ele nem tentou segurar, afinal de contas o que era um
peidinho para quem já estava todo cagado? Já o peido seguinte foi do tipo que pesa e ele se
cagou pela quarta vez.
Lembrou-se de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar
modess na cueca, mas colocou com as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tiralo,
levou metade dos pelos do cú junto. Mas era tarde demais para tal artifício absorvente.
Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia ajuda-lo a limpar a
sujeirada. Finalmente chegou ao aeroporto e saindo apressado com passos curtinhos,
suplicou ao amigo que apanhasse sua mala no bagageiro do ônibus e a levasse ao sanitário
do aeroporto para que ele pudesse trocar de roupas. Correu ao banheiro e entrando de box
em box, constatou a falta de papel higiênico em todos os cinco. Olhou para cima e
blasfemou:
- Agora fodeu, né?
Entrou no último, sem papel mesmo e tirou a roupa toda para analisar sua situação (que
concluiu como sendo o fim do poço) e esperar pela mala da salvação com roupas limpinhas
e cheirosinhas e com ele uma lufada de dignidade no seu dia. Seu amigo entrou no
banheiro com pressa, tinha feito o “check-in” e ia correndo tentar segurar o vôo. Jogou por
cima do box o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto.
Ele tinha despachado a mala com roupas. Na mala de mão só tinha um pulover de gola
“V”. A temperatura em Buenos Aires era aproximadamente 35 graus.
Desesperado, começou a analisar quais de suas roupas seriam, de algum modo,
aproveitáveis. Suas cuecas, jogou no lixo. A camisa, a mesma historia. As calças estavam
deploráveis e assim como suas meias, mudaram de cor, tingidas pela merda. Seus sapatos
estavam nota 3, numa escala de 1 a 10. Teria que improvisar. Como a necessidade é a mãe
da invenção, então ele transformou uma simples privada em uma magnífica maquina de
lavar. Virou as calças do lado avesso, segurou-a pela barra, e mergulhou a parte atingida
na água. Começou a dar descarga até que o grosso da merda se desprendeu. Estava pronto
para embarcar.
Saiu do banheiro e atravessou o aeroporto em direção ao portão de embarque trajando
sapatos sem meia, as calças do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não
exatamente limpas) e o pulover gola “V”, sem camisa. Mas caminhava com a
dignidade de um lorde. Embarcou no avião, onde todos os passageiros estavam
esperando o “RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO”, e atravessou todo o corredor
até a sua poltrona ao lado do amigo que sorria. A aeromoça aproximou-se e perguntou
se precisava de algo. Ele chegou a pensar em pedir uma gillete para cortar os pulsos
ou 130 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa trasbordante, mas
decidiu não pedir:
- NADA, OBRIGADO, EU SÓ QUERO ESQUECER ESTE DIA DE MERDA!

Os Barbixas – Improvável – Tradução Simultânea (com Marcio Ballas e Hugo Possolo)

www.improvavel.com.br — Convidados Jogador: Hugo Possolo MC: Marcio Ballas Jogo: Tradução Simultânea Regra: Dois jogadores improvisam uma cena em uma [Read the rest of this entry...]